quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
    Hey tudo bem? Vamos falar de atentado? Espere! Antes de tudo, não está nada bem. Dia sete, janeiro de dois mil e quinze revelou-se um dia sombrio, fúnebre, lúgubre. Sepulcral. Bandeiras ao meio mastro denunciavam o luto - o dia vitimou 12 envolvidos com a Charlie Hebdo, a revista que demonstrava ser a mais satírica, ácida e popular da categoria -. Foram necessários 5 minutos para atentar contra a liberdade de expressão, o humor, a arte. Triste vitória da intolerância religiosa.
   A equipe despediu-se misteriosamente, mas provocativamente. O último tuíte, matutino, tratava-se de uma charge ironizando o líder do extremista Estado Islâmico, Abu Brk al-Baghdadi. 
     "Artistas do mundo, uni-vos, vós não tendes nada a perder a não ser vossos grilhões".
  • Stéphane Charbonnier
  • Jean Cabut
  • Georges Wolinski
  • Bernard Verlhac
  • Bernard Maris
  • Philippe Honoré
  • Mustapha Ourad
  • Fredéric Boisseau
  • Elsa Cayat
  • Michel Renaud
  • Ahmed Merabet
  • Franck D.

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